quinta-feira, 30 de junho de 2011
Nosso primeiro
encontro foi por acaso, nosso segundo encontro foi o destino. Se isso é verdade, será também o destino se eu te perder? - Akai Ito, episódio 3.
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Akai Ito.
Dizem que as pessoas, do nascimento até a morte, se encontram com aproximadamente 30 mil pessoas. Dentre elas, três mil são de conhecidos da escola e do trabalho. Pessoas que você conversa com maior intimidade, 300. Dentre esses encontros casuais há um especial que foi decidido por Deus antes mesmo de você nascer. Mas esse laço único do destino não é visível para ninguém. A pessoa destinada que não vemos ainda deve estar ligada por um fio vermelho amarrado no dedo mindinho.O primeiro encontro acontece por acaso e o segundo encontro é obra do destino. Eu e você estamos ligados... Esse laço do destino não está ao alcance dos nossos olhos e também não há um mapa que me leve a você, por isso, vou me apaixonar para te encontrar.
sábado, 25 de junho de 2011
Um idiota,
isso que eu te considero. Um idiota. Os primeiros meses foram perfeitos, depois as brigas pioraram. Você me magoava e eu te perdoava. Eu te machucava e você vinha atrás de mim. Eu te xingava e você dizia que me amava. Um completo idiota, envergonhado. Você ficava quieto durante as brigas, e nós dois chorávamos. Você sempre será um idiota. Porque mesmo depois de tudo, você ainda me entende, e sabe quando estou triste, quando tenho minhas crises... você me entende. E ainda assim, cumpre nossas promessas. Baka. Eterno Baka.
sexta-feira, 24 de junho de 2011
[...] Nesse instante a campainha tocou.
_Ai, meu Deus! - exclamei. -Já são cinco horas. É o Dean.
_Vou deixar vocês sozinhos -minha mãe prometeu.
Ela se levantou e deu um rápido apertão carinhoso nos meus ombros.
_Confie no seu coração, filhinha. Ele geralmente está no lugar certo, mesmo quando as estrelas não estão.
_Esses biscoitos são para a festa, sabe? -ralhei poucas horas mais tarde.
Dean e eu estávamos na cozinha, rodeados de assadeiras cheias de biscoitos. Primeiro, tínhamos feito biscoitos de amendoim. Depois passamos para os de aveia com passas, e tínhamos acabado de fazer várias dúzias dos de flocos de chocolate.
Dean e eu havíamos conseguido reunir uma quantidade impressionante de guloseimas. Mas toda vez que eu passava perto das assadeiras de biscoitos de flocos de chocolate que esfriavam, parecia estar faltando mais um.
_Eu não peguei nenhum -Dean insistiu. -Não sei do que você está falando.
Era difícil não rir cada vez que eu olhava para ele. Na esperança de ter meus hormônios sob controle, se Dean não parecesse tão bonito como era, eu o fizera vestir o avental de cozinha mais enfeitado com rufos e babadas que encontrara. Até aquele momento, o avental parecia ter sido uma boa ideia. Eu conseguira me concentrar em assar os biscoito, sem me deixar distrair demais pelo desejo de beijar Dean.
Mas ainda me sentia muito confusa. Meus sentimentos por Dean -tanto os bons quanto os ruins -se imiscuíam em todos os meus pensamentos. Eu podia percebê-los sempre lá no fundo, mais ou menos como o chiado da estática no rádio.
Voltei-me para a pia, para lavar a tigela. Talvez minha mãe tivesse razão. Talvez devesse usar a astrologia apenas como um guia geral. Poderia, por exemplo, aceitar que no geral os geminianos eram uma má combinação para mim, mas talvez, eu fosse capaz de fazer dar certo uma relação amorosa com um geminiano muito especial.
Dean, que estava de pé perto da mesa sobre a qual os biscoitos esfriavam, voltou-se na minha direção. Uma paisagem de xadrez azul e branco repleta de babados e pregas encheu meus olhos. Minha mãe sempre se referia ao avental que Dean estava vestindo como sua fantasia de dona de casa número um. Havia uma gota de chocolate grudada num dos cantos da boca dele.
Eu me forcei a parar de sonhar acordada e a me concentrar na conversa que Dean e eu estávamos tendo.
_Ah, quer dizer que você não comeu nenhum biscoito? -perguntei. -Então como é que esse chocolate foi parar no seu rosto?
_Não comi, juro -Dean protestou, tentando eliminar a prova do crime passando a mão na cara. -Cadê o chocolate no meu rosto?
Peguei uma toalha de papel e caminhei até ele.
_Bem aqui -respondi, esticando o braço com a toalha na direção de seu rosto.
_Ei, espere aí um minuto -Dean disse rindo.
Ele ergueu rapidamente um braço para bloquear minha mão. Tentei sem êxito atravessar a guarda dele.
Depois de vários segundos de luta pela posse da toalha de papel, Dean me empurrou gentilmente contra a bancada da pia. Com as mãos, travou meus braços atrás das costas, prendendo-os pelos pulsos.
_Se você acha que vou deixar você me atacar com essa toalha de papel encharcada, sem mais nem menos, pode tirar o cavalinho da chuva -ele disse. -Só me mostre onde está o chocolate.
Ele me deixou soltar uma mão, a que não estava segurando a toalha de papel. Coloquei a ponta do meu dedo indicador no canto de sua boca.
_Bem aqui, Dean -falei suavemente.
Nos instante em que o toquei, soube que tinha cometido um erro. Seus olhos quase abriram um buraco em mim. O rapaz amigável e boa praça que tinha sido nos últimos dias desapareceu de repente.
Os lábios de Dean começaram a se mover devagar na minha direção. Eu sabia que devia me afastar, mas estava paralisada. Um segundo depois, estávamos nos beijando.
O beijo de Dean foi ardente e possessivo -o tipo de beijo que afirma e reivindica. E esse beijo me contou em termos claríssimos como ele realmente se sentia quanto ao nosso rompimento. Soube então que, para ele, era como se a horrível cena da cantina da escola nunca tivesse acontecido. Dean ainda estava apaixonado por mim.
Eu sabia que não devia retribuir aquele beijo -não enquanto não tivesse decidido o que queria de fato. Mas parecia impossível reprimir o desejo. Minha mãe tinha me recomendado que eu ouvisse meus instintos ... e naquele exato instante meus instintos gritavam que eu queria beijar Dean.
Seus braços estavam em torno dos meus. Ele já não me prendia contra a pia, mas, em vez disso, me apertava contra seu corpo. Coloquei minha mão livre em sua nuca.
A pele estava quente, e seus cabelos, macios e sedosos. Era tão bom tocá-lo, parecia tudo tão perfeito, tão certo pra mim ... Me vi desejando que pudéssemos ficar daquele jeito para sempre. Não queria que o beijo terminasse.
Finalmente, Dean se afastou. Eu estava sem fôlego, e meu coração batia como um tambor. Ele me abraçou com força. Apertei meu rosto contra seu peito. Depois de arrancar o elástico que prendia meu rabo-de-cavalo, Dean pôs-se a pentear meus cabelos com seus dedos, fazendo-os deslizar sobre meus ombros.
_Esperei semanas para poder fazer isto -ele disse baixinho.
_O que? -consegui perguntar, não sei como. -Me beijar ou mexer no meu cabelo?
_As duas coisas.
E me beijou de novo. Dessa vez, com mais suavidade, mas não menos decisão. No fundo do meu coração, eu sabia que pertencia a Dean. E ele a mim. Pertencíamos um ao outro. Apesar da astrologia.
[ Juntos para sempre - Cameron Dokey ]
_Vou deixar vocês sozinhos -minha mãe prometeu.
Ela se levantou e deu um rápido apertão carinhoso nos meus ombros.
_Confie no seu coração, filhinha. Ele geralmente está no lugar certo, mesmo quando as estrelas não estão.
_Esses biscoitos são para a festa, sabe? -ralhei poucas horas mais tarde.
Dean e eu estávamos na cozinha, rodeados de assadeiras cheias de biscoitos. Primeiro, tínhamos feito biscoitos de amendoim. Depois passamos para os de aveia com passas, e tínhamos acabado de fazer várias dúzias dos de flocos de chocolate.
Dean e eu havíamos conseguido reunir uma quantidade impressionante de guloseimas. Mas toda vez que eu passava perto das assadeiras de biscoitos de flocos de chocolate que esfriavam, parecia estar faltando mais um.
_Eu não peguei nenhum -Dean insistiu. -Não sei do que você está falando.
Era difícil não rir cada vez que eu olhava para ele. Na esperança de ter meus hormônios sob controle, se Dean não parecesse tão bonito como era, eu o fizera vestir o avental de cozinha mais enfeitado com rufos e babadas que encontrara. Até aquele momento, o avental parecia ter sido uma boa ideia. Eu conseguira me concentrar em assar os biscoito, sem me deixar distrair demais pelo desejo de beijar Dean.
Mas ainda me sentia muito confusa. Meus sentimentos por Dean -tanto os bons quanto os ruins -se imiscuíam em todos os meus pensamentos. Eu podia percebê-los sempre lá no fundo, mais ou menos como o chiado da estática no rádio.
Voltei-me para a pia, para lavar a tigela. Talvez minha mãe tivesse razão. Talvez devesse usar a astrologia apenas como um guia geral. Poderia, por exemplo, aceitar que no geral os geminianos eram uma má combinação para mim, mas talvez, eu fosse capaz de fazer dar certo uma relação amorosa com um geminiano muito especial.
Dean, que estava de pé perto da mesa sobre a qual os biscoitos esfriavam, voltou-se na minha direção. Uma paisagem de xadrez azul e branco repleta de babados e pregas encheu meus olhos. Minha mãe sempre se referia ao avental que Dean estava vestindo como sua fantasia de dona de casa número um. Havia uma gota de chocolate grudada num dos cantos da boca dele.
Eu me forcei a parar de sonhar acordada e a me concentrar na conversa que Dean e eu estávamos tendo.
_Ah, quer dizer que você não comeu nenhum biscoito? -perguntei. -Então como é que esse chocolate foi parar no seu rosto?
_Não comi, juro -Dean protestou, tentando eliminar a prova do crime passando a mão na cara. -Cadê o chocolate no meu rosto?
Peguei uma toalha de papel e caminhei até ele.
_Bem aqui -respondi, esticando o braço com a toalha na direção de seu rosto.
_Ei, espere aí um minuto -Dean disse rindo.
Ele ergueu rapidamente um braço para bloquear minha mão. Tentei sem êxito atravessar a guarda dele.
Depois de vários segundos de luta pela posse da toalha de papel, Dean me empurrou gentilmente contra a bancada da pia. Com as mãos, travou meus braços atrás das costas, prendendo-os pelos pulsos.
_Se você acha que vou deixar você me atacar com essa toalha de papel encharcada, sem mais nem menos, pode tirar o cavalinho da chuva -ele disse. -Só me mostre onde está o chocolate.
Ele me deixou soltar uma mão, a que não estava segurando a toalha de papel. Coloquei a ponta do meu dedo indicador no canto de sua boca.
_Bem aqui, Dean -falei suavemente.
Nos instante em que o toquei, soube que tinha cometido um erro. Seus olhos quase abriram um buraco em mim. O rapaz amigável e boa praça que tinha sido nos últimos dias desapareceu de repente.
Os lábios de Dean começaram a se mover devagar na minha direção. Eu sabia que devia me afastar, mas estava paralisada. Um segundo depois, estávamos nos beijando.
O beijo de Dean foi ardente e possessivo -o tipo de beijo que afirma e reivindica. E esse beijo me contou em termos claríssimos como ele realmente se sentia quanto ao nosso rompimento. Soube então que, para ele, era como se a horrível cena da cantina da escola nunca tivesse acontecido. Dean ainda estava apaixonado por mim.
Eu sabia que não devia retribuir aquele beijo -não enquanto não tivesse decidido o que queria de fato. Mas parecia impossível reprimir o desejo. Minha mãe tinha me recomendado que eu ouvisse meus instintos ... e naquele exato instante meus instintos gritavam que eu queria beijar Dean.
Seus braços estavam em torno dos meus. Ele já não me prendia contra a pia, mas, em vez disso, me apertava contra seu corpo. Coloquei minha mão livre em sua nuca.
A pele estava quente, e seus cabelos, macios e sedosos. Era tão bom tocá-lo, parecia tudo tão perfeito, tão certo pra mim ... Me vi desejando que pudéssemos ficar daquele jeito para sempre. Não queria que o beijo terminasse.
Finalmente, Dean se afastou. Eu estava sem fôlego, e meu coração batia como um tambor. Ele me abraçou com força. Apertei meu rosto contra seu peito. Depois de arrancar o elástico que prendia meu rabo-de-cavalo, Dean pôs-se a pentear meus cabelos com seus dedos, fazendo-os deslizar sobre meus ombros.
_Esperei semanas para poder fazer isto -ele disse baixinho.
_O que? -consegui perguntar, não sei como. -Me beijar ou mexer no meu cabelo?
_As duas coisas.
E me beijou de novo. Dessa vez, com mais suavidade, mas não menos decisão. No fundo do meu coração, eu sabia que pertencia a Dean. E ele a mim. Pertencíamos um ao outro. Apesar da astrologia.
[ Juntos para sempre - Cameron Dokey ]
quinta-feira, 23 de junho de 2011
Quando o amor faz sentido.
Eu já chorei por você, e já tentei te esquecer. Eu já virei noites sem dormir, pensando em te sentir. Já sofri, por ciúmes de ti. Já escondi, que eu te amava. Já sorri, querendo chorar. Já quis te abraçar. Já quis provar dos teus lábios um trilhão de vezes. Não falei, que estava sofrendo pra não te magoar. Te xinguei, pra disfarçar, o amor que eu sentia. Já tentei, não ser tão presente em tua vida. Já escrevi, seu nome na ultima folha do meu caderno. Já me imaginei ao teu lado. Menti, quando falei que não gostava de ti. Perdi a conta de quantas vezes eu quis te encontrar. Pra te dizer, o quanto você é especial. Pra admitir, que eu morro de ciúmes de ti. Pra sorrir, e dizer que você é o motivo desse sorriso. Porque você me ensinou a viver, me ensinou a dar valor em pequenas coisas. Nos seus pequenos eu te amo's, nos seus ataques de ciúmes e nas suas bobagens. Mesmo longe, consigo te sentir, aqui perto de mim. E eu não paro de querer, te ter. Porque quando tratasse de você, o pra sempre parece pouco. Eu quero viver, anos pra te amar. Eu quero ter uma família contigo. Quero enxugar tuas lágrimas, quero tomar chuva, te xingar, brigar e fazer as pazes. Quero a pessoa mais impossível do mundo, que se tornou possível e depois se tornou a única que eu penso. Penso o dia todo, faço hora extra, só pra te ter na minha cabeça. E eu não me importo que nada me aconteça, apenas que você nunca se esqueça ... EU AMO VOCÊ.
Hana Yori Dango. 2ª temporada. (Dorama)
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| Na foto, Makino e o F4, um ano depois. |
Número de episódios: 11
Músicas: Flavor of Life - Utada Hikaru
Love So Sweet - Arashi
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Opinião[contém spoillers]: Bem, a segunda temporada de Hana Yori Dango tem seus momentos que você fica meio querendo desistir de assistir. Teve uma vez que eu cheguei a querer que a Makino deixasse o Tsukasa e ficasse com o Rui mesmo. Porque o Tsukasa é um idiota. Mas, o final é surpreendente. E valeu a pena a raiva que passei em alguns episódios.
Hana Yori Dango. 1ª temporada. (Dorama)
![]() |
| Na foto, Makino e o F4. |
Número de episódios: 9
Músicas: Planetarium - Ai Otsuka
Wish - Arashi
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Opinião[contém spoillers]: Hana Yori Dango é um dos doramas mais fofos que eu já vi. As brigas e os encontros da Makino com o Doumyouji são muito engraçados. E ainda tem o Rui pra completar, com aquele jeito meio frio, mas todo fofo e preocupado com a Makino, formando um belo triângulo amoroso. Depois, a mãe do Tsukasa aparece, não querendo que seu filho se envolva com a Makino. Enfim, são tantos problemas e tanto amor, que eu realmente recomendo que vejam. Eu gostei e vi mais de 20 vezes, no mínimo.
Ichi Rittoru no Namida. (Dorama)
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| Na foto, Aya na cadeira de rodas e sua família. |
Número de episódios: 11 + Especial.
Músicas: Only Human - K (Encerramento)
Sangatsu Kokonoka -Remioromen (Música do Torneio de Coral)
Konayuki - Remioromen (Música tema de Aya e Asou)
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Opinião[contém spoilers] : É um drama muito lindo, também pelo fato de ser baseado no diário de Aya, que morreu aos 25 anos. O modo como a garota reage, nunca desistindo e sempre ajudando as pessoas ao seu redor,é realmente incentivador. É uma boa lição de vida, e lhe faz refletir sobre várias coisas. Realmente, me fez derrubar mais de um litro de lágrimas.
Koizora. (Dorama)
Sobre o dorama: Koizora é um dorama, trata-se da história de Mika (Mizusawa Elena) que é uma estudante, um dia, por causa de uma mentira, quando vai entregar um bilhete a Nozomu (Miura Shohei), encontra Hiro (Seto Koji) que acaba a beijando sem motivos. Era o primeiro beijo da garota, e depois, por sua amiga Aya (Aoi) descobri que Hiro tem uma namorada.
Número de Episódios: 6
Música tema: Ai no Uta - Fukui Mai
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Opinião [contém spoillers]: É um belíssimo drama. Foi meu primeiro dorama e até hoje, é um dos meus favoritos. Tem muitas cenas que podem fazer você chorar como o epísódio final, que eu mesma, chorei sem parar. Mas também tem muitas cenas fofas como, quando ele canta pra ela no Festival de Cultura da escola, ou quando eles vão para o lugar favorito do Hiro, e dão as mãos pela primeira vez. Na minha opinião, Koizora é um dorama que vale a pena ver várias vezes. ;D
Número de Episódios: 6
Música tema: Ai no Uta - Fukui Mai
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Opinião [contém spoillers]: É um belíssimo drama. Foi meu primeiro dorama e até hoje, é um dos meus favoritos. Tem muitas cenas que podem fazer você chorar como o epísódio final, que eu mesma, chorei sem parar. Mas também tem muitas cenas fofas como, quando ele canta pra ela no Festival de Cultura da escola, ou quando eles vão para o lugar favorito do Hiro, e dão as mãos pela primeira vez. Na minha opinião, Koizora é um dorama que vale a pena ver várias vezes. ;D
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| Na foto, Hiro (Seto Koji) e Mika (Mizusawa Elena) |
terça-feira, 21 de junho de 2011
Bullying e consequências.
Acho que muita pouca gente sabe, e também, muita gente não sabe mas, eu repeti o oitavo ano. E esse é um assunto que não gosto de falar, porque realmente me machucou muito mais, eu sofria bullying. Bullying é toda ou qualquer agressão verbal ou física. Não cheguei a receber agressões físicas, mas sim verbais, desde o pré. Mas na oitava série eu não aguentei, cai em depressão, fiquei sem ir na escola, evitei encontrar com as pessoas da minha escola, não saia de casa, enfim, tive que passar em um monte de médicos, psiquiatra e psicóloga. Passei por muita coisa desde então. Mas consegui me recuperar, voltei para a escola, repeti de ano, mas tudo bem, eu me senti melhor, indo para a mesma escola, com novos colegas e sendo tratada com tanto carinho por eles. Acho que tudo na vida tem uma razão não é?
:*
:*
domingo, 19 de junho de 2011
Motivos por ter parado de postar.
Como todos (ou quase todos) sabem, dia 29 de maio foi meu aniversário. Estava muito frio aqui e eu acabei pegando uma gripe muito forte. Passei o dia todo no hospital, tive que tomar antibióticos, tomar soro, passei muito mal, pensei que ia morrer. (sem exageros) Me disseram que eu estava com suspeita de dengue, fiz exames de sangue e deu negativo (aleluia irmão rs.) Bem, fiquei MUITO tempo sem postar, então, voltarei aos poucos, agora que fiz 15 anos, quem sabe meus textos melhorem também.
Beijos :*
Beijos :*
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